quinta-feira, 17 de agosto de 2017

TAG: Viciada em filmes


     Faz muito tempo que eu não respondo uma TAG aqui no blog, então hoje vou fazer a TAg Viciada em filmes, que retirei essa TAG do blog Palavra Feminina.

     1. Qual foi o último filme que você assistiu?

     Uma ação policial chamada Dose Dupla (que por sinal, eu não gostei)
 
     2. Um filme que quer muito ver?


     Tomb Raider, Rei Arthur (que já saiu, mas eu ainda não vi): A Lenda da Espada, Capitão Marvel, Animais Fantásticos 2, entre muitos outros.

     3. Um filme para chorar?


     A Espera de um Milagre.
 
     4. Um filme para rir?


     As Branquelas.
  
     5. Um suspense?


     O Sexto Sentido. 
 
     6. Um filme para ver com a família?


     Shrek. 
 
     7. Um romance?


     Te Amarei para Sempre.

     8. Um filme lindo?


     A Espera de um Milagre (sendo um pouco repetitiva) e A Procura da Felicidade.
 
     9. Um filme para morrer de medo?


     Não curte filmes de terror, então não sei bem o que escolher.
 
     10. Um filme de ação?


     Bad Boys 2.
 
     11. Um filme que não vale a pena?


     Eu poderia citar uma lista enorme nessa resposta, mas isso ficaria muito cansativo.
 
     12. Um filme para o feriado?


     Talvez algo que desse para maratonar, como Jogos Vorazes ou Harry Potter.
 
     13. Um desenho animado?


     Em série: Steven Universe e Avatar.
     Em filme: O Caminho para Eldorado
 
     14. Um filme que todo mundo tem que ver?


     V de Vingança.
 
     15. Um filme que você assistiu 3 ou + vezes?


     Vou citar Coração de Cavaleiro, mas nesse post aqui, falo um pouco sobre meus filmes repetidos preferidos.
 
     16. Um filme para meninas?


     Isso existe? ¬¬ 
     Filmes não devem ser divididos entre para homens e mulheres.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Rei do Strike

imagem contendo a frase I love mini golfe

     Minha indicação de lugar de hoje é o Rei do Strike, uma casa de lazer em Santos, que conta com boliche, fliperama, sinuca e mini-golfe, tudo com um preço justo e um ambiente bem legal.

      Como não sou uma pessoa muito baladeira, esse local se tornou um dos meus passeios garantidos na cidade. Tanto eu, quanto alguns amigos, já realizaram seus aniversários lá e quase sempre que queremos nos reunir, marcamos de jogar uma sinuca (o que no caso, eu não sei fazer) ou mini-golfe.


     Em cada rodada do boliche, podem jogar até seis participantes, com duas tentativas para derrubar todos os pinos.
     A pista está quase sempre bem movimentada, então, minha dica para quem quer jogar é não chegar muito tarde, caso contrário, talvez precise aguardar um pouco.

     No fliperama existem alguns jogos disponíveis, como pebolim, cesta de basquete, air hockey, e aquela máquina nojenta de bichinhos que leva todo o meu dinheiro embora :p.

     A maior novidade do Rei do Strike (nem tão nova assim, porque já faz um tempinho que abriu) é a parte de mini-golfe, que fica em uma sala diferente, toda temática e super tranquila, onde também podem jogar seis pessoas por rodada. O lugar conta com onze buracos e você tem seis em cada pista para acerta-los. Eu gostei muito do jogo, apesar de não ser lá muito boa.

eu jogando mini golfe

     O espaço serve porções, sanduíches e bebidas, para aqueles, que assim como eu, não sabem sair para algum lugar sem comer nada. As opções não são muitas (eu sei que a ideia não é ficar enchendo o bucho, mas gostaria de mais variedades), mas para petiscar, está valendo.

     O Rei do Strike fica na rua Dr. Carvalho de Mendonça 299 em Santos. Aberto Terças/ Quintas e Domingos  das 16 às 23 horas e nas Sextas e Sábados das 16 à 01 hora.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Pequenas coisas que me fazem feliz

wallpaper retirado da internet com vários smiles

     Existem em nossas vidas, grandes acontecimentos que nos deixam muito alegres, as vezes até em êxtase. A realização de um sono, uma boa notícia inesperada, uma viagem, etc...
     Também existem aquelas pequenas coisas que tornam nossos dias mais felizes e muitas vezes não damos devido valor a esses detalhes, mas eles estão lá, enchendo nossos dias de alegrias.
     Nesse post, decidi falar um pouco sobre essas pequenas coisas, que entre tantas outras, me fazem mais feliz.

  •  Uma noite de conversas com meus amigos, que vão desde as coisas mais bobas, até assuntos mais profundos;
  •  A leitura de um bom livro;
  •  Uma tarde dançando loucamente e sem sentido pela casa;
  • Uma noite fria, enrolada nos cobertores, vendo filmes e séries com meu noivo;
  • Sair com meus pais, seja para fazer compras ou comer;
  • Chegar cansada de uma atividade física, tomar um banho, comer um lanche e descansar;
  • Comprar qualquer coisa com meu próprio dinheiro;
  • Criar uma combinação de roupas que faz eu me sentir linda;
  • Ouvir uma música que eu amo tocando em algum lugar inesperado;
  • Tomar bebidas quentes no frio;
  • Rir até a barriga dor;
  •  Andar de bicicleta em um dia de sol;

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

A Rainha Vermelha

capa do livro A Rainha Vermelha

     Nessa distopia da autora Victoria Aveyard, somos apresentados a um mundo dividido, onde a cor do sangue determina a classe social de cada pessoa. Enquanto os humanos de sangue vermelho vivem na miséria, obrigados muitas vezes a servirem na guerra, os prateados são dotados de riquezas, luxos e poderes, que mantém essa hierarquia injusta em funcionamento.

     Mare é uma jovem vermelha, prestes a completar dezoito anos, que já se conforma com seu triste futuro servindo o exército, assim como seus irmãos mais velhos. Após acontecimentos que podem culminar em uma revolução contra os prateados, Mare acaba descobrindo uma habilidade incomum, que pode mudar toda a estrutura de sua sociedade, envolvendo a garota em uma rede de mentiras e conspirações.


     A premissa da história, dos humanos divididos pela cor do sangue, é realmente muito interessante, abrindo um leque de possibilidades para discussões políticas e boas cenas de ação, mas infelizmente em algum momento do livro, o enredo começa a se perder.
     Alguns personagens (de suma importância) tem arcos muito previsíveis, o que faz todo o livro ser pouco inovador e meio maçante.
     Outro ponto negativo é a utilização de um triângulo amoroso, que além de ser muito clichê, não tem química alguma. Mare acaba se envolvendo com uma pessoa com quem ela pouco conversa, que tem ideias opostas ao que ela acredita ser certo e justo para o mundo, chegando a considerar essa pessoa um inimigo perigoso, por quem ela muitas vezes demonstra medo. O romance dessa história simplesmente não convenceu, além de ser pouco necessário para o desenvolvimento da trama.
      Muitos acontecimentos não fizeram sentido, como o fato de a autoridade real ser apresentada como inquestionável em vários momentos e ignoradas quando conveniente. Sem falar em riscos completamente impensados que alguns personagens se envolveram, mas sobre isso não posso dar mais detalhes para não dar Spoilers.

     Em questão visual, o livro é simplesmente lindo. A capa é chamativa e super condizente com a o enredo. Encontrei alguns poucos erros de digitação, que não atrapalharam de fato a leitura, mas senti muito a falta dos mapas, pois eles são muito citados na história. Acho que seria um ótimo bônus.

página interna do livro A Rainha Vermelha
Primeira página

      A minha conclusão sobre A Rainha Vermelha, é que o livro tinha uma ótima ideia e um grande potencial como distopia, mas acabou se perdendo pelo excesso de elementos e a criação de um triângulo (quadrado talvez) amoroso sem necessidade e pouco palatável.