domingo, 10 de janeiro de 2016

O que assisti essa semana 22.

    No post de hoje irei fazer um apanhando de tudo o que assisti durante o mês de dezembro e nessa primeira semana do mês, já que eu simplesmente esqueci de fazer isso antes :p. Me desculpem pelo atraso.

    As Vantagens de ser Invisível conta a história de Charlie (Logan Lerman), um adolescente que passou por diferentes traumas e que tenta se recuperar de uma depressão, enquanto lida com o novo colégio e um novo grupo de amigos.
     Um filme que mostra além das angustias da depressão, a rotulação das pessoas, a socialização na adolescência, a construção de novas amizades e como situações traumáticas podem interferir em nossas vidas.
     Ainda não li o livro homônimo (escrito por Stephen Chbosky), então não sei se o longa foi ou não fiel, mas achei que a história tinha um potencial maior do que o que foi apresentado na tela, que esbarrou de leve em vários assuntos sem nunca se aprofundar em algo e deixando vários pontos de exclamação no meio do enredo. Logo no inicio (não é spoiler) somos apresentados a informação de que Charlie perdera seu melhor amigo, mas nunca ficamos sabendo exatamente o que aconteceu ou como era esse garoto. Fiquei curiosa para ler o livro para saber como todos esses temas, muitos deles bem densos, são apresentados originalmente.
    A relação de Charlie e seus novos amigos é algo que vale a pena ser assistido, pois além de muito fofa e delicada, tem um toque de humor.



    Do Universo Marvel, assisti "recentemente" o filme Homem-Formiga, que fala sobre o ladrão Scott Lang (Paul Rudd) que recebe do Dr. Hank Pym (Michael Douglas) um traje que permite que ele altere seu tamanho.
     O filme segue bem a receita de seus antecessores da Marvel, misturando ação e comédia, só que com menos destruição de grandes cidades (ponto positivo :p).
     Não há muito mais o que falar sobre o filme, ele entrega exatamente a proposta que vende, mesmo sem grandes momentos que o diferencie dos outros filmes do gênero.





     Jesus Me Ama é aquele tipo de filme que você acha aleatoriamente em algum canal de televisão e começa a ver, então você continua.
     O longa mostra a chegada de Jesus Cristo em uma pequena cidade alemã, nos tempos atuais, com a finalidade de iniciar o apocalipse, mas ele acaba conhecendo Maria, uma mulher meio desajustada que acabara de largar o marido no altar.
      Apesar de envolver comédia e religião, o que poderia ser um tanto problemático em alguns pontos, a história acaba sendo bem leve, sem deixar de ser engraçado.
      O filme tem uma proposta simples, e um visual bem diferente do quais estou acostumada a assistir, e posso dizer que foi uma surpresa agradável.


      

    Perdido em Marte é baseado no livro de Andy Weir e conta a história de Mark Watney (Matt Damon), um astronauta/botânico que é deixado para trás por sua equipe após um acidente durante uma missão em Marte e precisa usar todo eu conhecimento para sobreviver nesse planeta inóspito.
    Apesar deu eu deixar mais do que claro que não gosto de filmes que se passam no espaço, estava realmente interessada em assistir Perdido em Marte e claro que Matt Damon estar no elenco, só fez crescer minha vontade.
    Uma história de sobrevivência com muita ciência, um leve toque de política e uma boa pitada de humor, que me deixou muito satisfeita. Vale super a pena conferir!




    Após uma semana de seu lançamento, fui ao cinema conferir Star Wars VII: O Despertar da Força, sem muitas expectativas, mesmo que todos estivessem falando muito bem.
    O novo arco de Star Wars segue a jornada de Rey (Daisy Riddley) que trabalha recolhendo sucata no planeta Jakku e acaba encontrando o droide BB-8 que contém valiosas informações, tanto para a república quanto para a primeira ordem (que quer restaurar o Império), sobre o paradeiro de Luke Skywalker.
     A verdade é que o filme foi agradável, apresentou bons personagens e iniciou uma nova jornada, mas foi muito semelhante ao primeiro filme da franquia, tanto no enredo, quanto visualmente. Algumas cenas, ouso dizer, foram exatamente iguais.
     Entendo a necessidade de referências que conectem as histórias e até mesmo que instiguem os fãs que estavam com saudades da saga, mas achei que pesaram um pouco na mão, e acabou sendo muito do mesmo.



     Whiplash: Em Busca da Perfeição acompanha Andrew Newman (Miles Teller), um baterista, em busca de seu sonho de ser um dos maiores músicos, que estuda em um dos melhores conservatórios dos EUA. Seu professor Terence Fletcher (J.K. Simmons) é um homem rude e extremamente exigente, que aceita apenas os melhores em sua orquestra e força seus alunos até o limite.
      O filme tem uma história bem parecido com muito filmes que eu já assisti, tendo com diferenciais a bateria, que eu amo, e a falta de empatia com o protagonista (em certos pontos do filme eu queria simplesmente bater com a cabeça dele no bumbo :p).
      Apesar do longa ter um bom ritmo e personagens bem construídos, grande parte de seu enredo não me agradou e eu definitivamente não gostei do final, que me parecia mais um plot de virada do que uma conclusão.

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