sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

The Witcher- 1ª temporada um pouco decepcionante.

Cartaz da série The Witcher apresentando os personagens Yennefer, Geralt e Ciri.

Antes da estreia da primeira temporada no Netflix, conhecia The Witcher apenas de nome. Nunca tinha jogado o jogo ou lido o livro, por isso não tinha um grande interesse e nem sabia o que esperar.

Em pouco tempo, fui bombardeada de imagens da série e de comentários online de pessoas que estavam achando tudo muito maravilhoso. A "hype" foi crescendo cada vez mais e então, decidi assistir.

Por algumas imagens e vídeos aleatórias, que vi principalmente no twitter, pude imaginar que a série possuía muita luta e cena de cunho sexual. Logo acabei criando certas comparações e expectativas, sei que não devia, mas foi inevitável.

Por essas expectativas, acabei ficando bastante surpresa e um pouco decepcionada com o roteiro. Eu esperava algo mais adulto, com um roteiro mais elaborado, estilo Game of Thrones ou Outlander e acabei recebendo algo mais parecido com Merlin.

Tudo fica um pouco mais estranho quando elementos de um seriado mais denso (sexo, violência e temas como estupro e incesto) são inseridos em um roteiro fraco.

Tá, eu sei que, comparar The Witcher a Merlin possa parecer um pouco exagerado. Talvez Hércules ou Xena seja uma comparação melhor, mas eu explico:

The Witcher até apresenta uma certa complexidade ao apresentar três linhas temporais mescladas, que vão se explicando ao longo dos episódios. Mas a quantidade de episódios não pareceu suficiente para elaborar as histórias apresentadas ao longo da primeira temporada.

Muitas vezes, os episódios pareciam ser parte de uma série de episódios fechados, estilo Merlim, onde o herói é apresentado a um problema e em poucos minutos ele o resolve.

Outro ponto que deixou a desejar foi o aprofundamento da história e das características das personagens. Apenas Yennefer (Freya Allan) teve seus sentimentos explorados de forma um pouco mais convincente, mas ainda sim, corrida.

Geralt (Herny Cavil), que é o protagonista da série, não participa de nenhuma cena que realmente demonstre quem é o personagem. Suas características nos são apresentadas pelos outros. Sempre tem alguém comentando como ele é misterioso, sério ou forte. Isso me parece uma forma um pouco pobre de construir um personagem.

Porque não acontece exclusivamente na construção da personalidade de Geralt. Muitos relacionamentos do protagonista são super valorizados nas falas sem realmente nos convencer na tela. Acontecimentos que são apresentados rapidamente são citados ao longo da série como super marcantes.
Para citar um exemplo, segue um pequeno SPOILER: No primeiro episódio, Geralt desenvolvendo um relacionamento rápido com princesa Renfri (Emma Appleton), com poucos diálogos e cenas que envolvam os dois. Ele a princesa lutam e ela acaba morta. Ao longo dos episódios seguintes esse fato é citado como uma grande marca no passado de Geralt, mesmo que tenha sido tão mal explorado no inicio.




Apesar de tudo, a série não é ruim. Ela apresenta personagens engraçados e se passa em um universo interessante, envolvendo muita magia e tem potencial para melhorar ao longo das próximas temporadas.


quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Meus filmes biográficos preferidos- parte 2

Hora de completar aquela listinha de filmes biográficos preferidos. Na postagem anterior, listei os 4 primeiros da minha pequena seleção e agora vou finalizar minhas indicações com mais 4 filmes baseados em fatos reais.

O Jogo da Imitação


O jogo da imitação conta a história de Alan Turin, o pai da computação.
Turing, interpretado por z, foi um matemático brilhante, escalado pelo governo britânico para integrar parte de uma equipe responsável para decifrar os códigos da Enigma, que eram utilizados na comunicação alemã durante a segunda guerra mundial.

Apesar de modificar alguns aspectos da personalidade de Turing, o filme foi muito bem feito, com interpretações incríveis e retrata uma parte importante da história que ficou em sigilo durante muitos anos.


Quase Deuses


Assisti esse filme já faz um bocado de tempo e confesso não lembrar muito dos detalhes, mas na época eu fiquei encantada.

Quase deuses nos apresenta Vivien Thomas (Mos Def), um afro-americano que sonhava ser médico, mas devido a problemas financeiros acabou se tornando faxineiro de um hospital, onde conhece o Dr. Alfred Blalock (Alan Rickman). Os dois iniciam uma parceria com resultados médicos impressionantes.

O filme trata sobre a segregação racial nos Estados Unidos na época de 1930 e as diferenças de oportunidades entre os dois personagens centrais da história.



Marley e Eu


Filme muito fofo baseado no livro de John Grogan onde o escritor relata memórias de seu cachorro Marley, um labrador desobediente e destruídos de móveis.

Marley e eu é uma comédia com tom dramático, onde vivenciamos a vida e os problemas da família Grogan.

Não sei se chega a ser spoiler, mas de qualquer forma fica o aviso de spoiler: eu chorei horrores vendo esse filme.


Tempo de despertar


Esse filme foi um achado em um passeio despretensioso pelo Netflix e eu fiquei fascinada com a história. É daquelas histórias baseadas em fatos reais que me faz correr para internet e pesquisar enlouquecida sobre os ocorridos. O elenco conta com nomes de peso como Roberto De Niro e Robin Willians.

Willian interpreta o dr. Sayer, que acaba de integrar o corpo médico de um hospital psiquiátrico, onde vários pacientes se encontram em estado catatônico.

Após iniciar o tratamento com o paciente Leonard Lowe (De Niro), o médico consegue resultados surpreendentes desses pacientes. 

Tempo de despertar é tão surpreendente que chega a ser difícil de acreditar nos acontecimentos. Vale a pena assistir e pesquisar sobre.

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Livros utilizados no meu terceiro semestre de letras

Mais um semestre está se encerrando (ufa!) e esse foi um daqueles puxados.

Tivemos várias leituras necessárias para o conteúdo desse semestre. Vocês vão poder conferir que lista de livros utilizados esse semestre foi um pouco mais longa que a lista dos anteriores.




Livro da autor Inez Sautchuk sobre alguns conceitos da análise morfossintática que utilizamos durante todo o semestre de Morfossintaxe da Língua Portuguesa.

O livro possui boas explicações sobre as classificações que as palavras recebem dentro das orações e possui exemplos que facilitam o entendimento do conteúdo.





Palavra e Imagem: leituras cruzadas

Esse livro fala sobre a relação entre textos e imagens e foi utilizado durante as aulas de Letras Interdisciplinar.

Realizamos a leitura de apenas alguns capítulos em sala de aula, no segundo trimestre.








A Literatura Portuguesa

Livro escritos por Massaud Moisés que faz parte da bibliografia obrigatória da matéria de Literatura Portuguesa.

O livro serviu de referencial de pesquisa para alguns trabalhos da matéria.









O Primo Basílio

Obra de Eça de Queiroz que foi nossa leitura obrigatória nos estudos sobre o Romantismo português.

Confesso não ter terminado a leitura (muitas páginas para pouco tempo), mas o conteúdo foi utilizado em trabalhos e em provas.







As Intermitências da Morte

Livro de José Saramago que conta a história de um país onde a morte parou de matar.

A história é bem interessante (quero muito terminar as últimas páginas que faltam dessa leitura). A escrita de Saramago foi sem dúvida um desafio, pois é necessário algum tempo para se adaptar com os longos parágrafos e a falta das pontuações da forma como conhecemos.





O Filho de Mil Homens

Do autor Valter Hugo Mãe conta histórias de um povo literâneo. A vida dos personagens vão se entrelaçando ao longo de capítulos emocionantes, tristes e outros belos.

Essa também foi uma das leituras da matéria de Literatura Portuguesa- prosa.







Around The World: introdução à língua inglesa

Esse é o livro de exercícios que utilizamos na disciplina de Língua Inglesa- Aspectos Discursivos.










Ensinar e Aprender Inglês- o processo comunicativo em sala de aula

Esse foi mais um livro utilizado na matéria de Língua Inglesa- Aspectos Discursivos. Escrito por Florinda Scremin Marques, foi utilizado como embasamento teórico para o planejamento de aulas em inglês.

Realizamos um trabalho de fichamento do livro para o trabalho prática como componente curricular dessa disciplina.







domingo, 27 de outubro de 2019

Meus filmes biográficos preferidos- parte 1

Acho que já comentei em algum outro post que eu adoro filmes baseados em fatos reais. Eles sempre estimulam a minha curiosidade sobre os assuntos retratados na obra, o que me leva a passar algum tempo pesquisando.

Montei uma lista com os filmes biográficos que eu já assisti (não sei se me lembrei de todos) e dentre os 20, selecionei os meus oito preferidos para indicar para vocês. Dividi a lista em duas postagens de 4 filmes.

A lista está em ordem alfabética, pois entre os 8 selecionados, acho que não consigo decidir quais eu gosto mais.


À Procura da Felicidade




Filme lançado em 2006 e protagonizado por Will Smith que conta a história de Chris Gardner, atualmente empresário Norte-Americano, que enfrenta graves problemas financeiros  que acabam desestruturando sua família.

Chris precisa cuidar de seu filho, muitas vezes tendo que dormir na rua, enquanto persiste no sonho de trabalhar no mercado de ações.

O filme é emocionante e com uma excelente atuação de Will Smith (que já é um ótimo motivo para assistir) e passa a mensagem de que não devemos desistir daquilo que realmente queremos.

Clube de Compra em Dallas


Clube de Compras em Dallas conta a história do eletricista texano Ron Woodroog (interpretado por Matthew McConaughey), que após descobrir ser portador de HIV, inicia uma busca por acesso aos medicamentos, contrabandeando-os do México.

Acho histórias dessa época, quando o HIV surgiu, muito importantes, pois mostram para a nossa geração o que a doença causou na década de 80, não deixando que o assunto caia no esquecimento.

Clube de Compras em Dallas apresenta atuações premiadas, tanto de McConaughey, quanto de Jared Leto.


Estrelas Além do Tempo


Mulheres talentosas interpretando outras mulheres talentosas. Esse é o filme Estrelas Além do Tempo, que conta a história das mulheres negras que lutaram contra a segregação nos Estados Unidos e que precisaram vencer barreiras para ascender e ter seus trabalhos reconhecidos na NASA.

O filme é estrelado por Taraji P. Henson, Dorothy Vaughn, Octavia Spencer e Janelle Monáe.

Homens de Honra


O longa Homens de Honra, lançado em 2001, conta a história de Carl Brashear (Cuba Gooding Jr.), homem negro e de família humilde que sonha em ser mergulhador profissional. Ele precisa enfrentar o racismo dentro do exército e a tirania de seu comandante Billy Sunday (Robert De Niro) para conquistar uma chance de realizar seu sonho.

Esse é o tipo de filme que eu assisto diversas vezes, com uma história de superação emocionante e atuações brilhantes.