quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Livros utilizados no meu primeiro semestre de letras



O fim do semestre chegou e decidi fazer algumas postagens sobre como foi essa primeira etapa da faculdade de Letras.

Hoje fiz uma lista com os livros utilizados nesse primeiro semestre, para vocês saberem um pouco mais sobre o curso e claro, para quem tiver interesse em estudar mais sobre:


Introdução à Lingüística I. Objetos Teóricos de José Luiz Fiorin

Utilizei esse livro durante todo o semestre na matéria de linguística. Ele foi a fonte de um grande trabalho solicitado, que consistia em realizar resumos de alguns textos contidos nele, mas também serviu como fonte de estudo e preparação para as aulas.








Fundamentals of English Grammar

Esse foi o livro escolhido para a matéria de Inglês Significado e Uso. Ele contém vários exercícios que utilizamos em sala de aula.










Mundo da Língua Portuguesa 7º ano

Apesar de não fazer parte da bibliografia recomendada para as aulas, esse livro do ensino fundamental ajudou na elaboração de um projeto que era um dos trabalhos que meu grupo teve que entregar na matéria de Prática de Ensino.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Aplicativo de transporte: Trafi

setas rosas do aplicativo trafi


Quando você está com pressa e precisa pegar ônibus várias vezes ao dia, saber o horário certo do seu transporte pode ser uma grande vantagem. Depois de testar alguns aplicativos e não ficar satisfeita com nenhum deles, pedi indicação da minha amiga Juh, que parecia sempre saber quando e onde os ônibus iam passar,e ela me falou do aplicativo Trafi.

Nesse aplicativo sabe a hora que geralmente o seu ônibus passa em determinado ponto e dependendo da cidade, pode acompanha-lo em tempo real, garantindo se ela está realmente chegando.




Eu utilizo muito no meu deslocamento de Santos/São Vicente. Nos municipais de Santos, infelizmente não consigo acompanhar os veículos em tempo real, apenas seus horários. Já nos intermunicipais, essa função funciona muito bem (uma vez a Juh acompanhou o meu percurso até sua casa e me buscou no ponto, fiquei impressionada).

Com o aplicativo, também consigo decidir o melhor percurso, ou seja, aquele que o ônibus está mais próximo, mas é preciso pesquisar um ônibus de cada vez.



Através do sistema de GPS, você também pode localizar o ponto mais próximo onde o ônibus que você precisa passa. Então se você estiver em um bairro que não conhece muito bem, ele pode te orientar.

Ah, vale um lembrete para as pessoas que moram na Baixada Santista: Eu não sei porque, mas aparentemente nossos ônibus intermunicipais tem dois números. Exemplo, o circular 02, que faz o caminho do Jokey para a Conselheiro Nébias, tem como número de linha 900 e é esse que você deve utilizar na busca.

Outro bônus do aplicativo é que muitas vezes deixo passar um ônibus cheio, pois sei que logo atrás está vindo outro da mesma linha, que pode estar mais vazio.

Apesar de precisar saber o número real da linha e não poder por pesquisar os ônibus por um percurso determinado (o que seria ótimo), Trafi foi até o momento o aplicativo de transporte público que mais se adequou as minhas necessidades

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Faculdade: não se apegue só as notas e na necessidade de passar de semestre


Talvez o que eu vou escrever aqui possa parecer ladainha para alguns e uma obviedade para outros, mas acho que talvez a minha experiência sirva para ajudar alguém a se empenhar de verdade nos estudos que escolheu.

Se você está atualmente estudando ou já se formou, provavelmente conheceu algum, ou vários, ou até mesmo era você, aquele aluno que empurrava as matérias com barriga. Em alguns casos esse aluno nem tira notas ruins, mas faz apenas o necessário para que possa passar de ano/semestre, sem realmente absorver a aproveitar todas as oportunidades de aprendizado que lhe foram propostas. Posso dizer uma coisa sobre essas pessoas, existe uma grande possibilidade delas se arrependerem disso futuramente.

Na minha primeira formação, me dediquei as matérias que mais gostava (texto e vídeo) e fui uma aluna razoável nas outras matérias, o que foi suficiente para que eu me formasse sem nenhuma D.P., mas hoje percebo que esses conteúdos me fazem muita falta e teriam sido muito úteis se eu tivesse praticado mais, tanto durante as aulas quanto depois de formada.

Durante meu ensino médio, fui uma boa aluna (aquela que os amiguinhos muitas vezes chamam de CDF), mas não fui exatamente muito dedicada com matérias que são de muita importância. Por amar história desde cedo, dei grande atenção as aulas, o que deveria ter feito com todas as outras, principalmente português, matéria da qual esqueci boa parte dos conteúdos e hoje na faculdade (adivinhem... de letras) me fazem muita falta. Eu nunca imaginara que um dia decidiria por esse curso e agora preciso correr atrás do prejuízo.

As vezes não percebemos a importância de um aprendizado até que precisemos dele e não o tenhamos mais e é por isso que aconselho a todos se dedicarem aos estudos, mesmo que naquele momento você ache que nunca irá utilizar ele na vida. Conhecimento nunca é demais!

Eu sei que as vezes estamos sobrecarregados de trabalhos e provas para perceber a real proposta daquele projeto que a professora passou, mas ele provavelmente tem um objetivo (pelo menos deveria) e pode compensar parar e pensar um pouquinho nisso e não se preocupar tanto assim só com as notas.

É claro que ninguém que repetir um semestre, ninguém quer pegar uma DP, mas as vezes a preocupação com isso é tão grande, que você se esforça para passar raspando em uma matéria e no fundo, ela não te acrescentou em nada.

Não espere chegar ao fim do seu curso para perceber que você poderia e/ou deveria ter aprendido mais e se dedicado mais. Não é que seja necessário ficar super pilhado em produzir e aprender ao ponto de querer jogar tudo para o ar. Minha dica é curta o seu ensino, aproveite ele, se divirta com ele e enxergue cada trabalho como uma oportunidade de fazer algo bom. É ótimo quando você pega algum projeto que você fez ou uma pesquisa que realizou depois de algum tempo e se sentir orgulhoso daquilo.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Passeio em São José dos Campos


Aproveitando o feriado enorme que tivemos nessa semana que passou, o Rafa (meu noivo) e eu decidimos fazer uma viagem curta (leia aqui, barata e não muito longe).

O destino escolhido foi a cidade São José dos Campos, no Vale do Paraíba, que ainda não conhecíamos. Decidimos por São José por ter passagem direta daqui da baixada e por ser menos de 5 horas de viagem, afinal, iriamos fazer esse passeio de ônibus.

Começo falando sobre a viagem com um elogio a Viação Cometa, que disponibilizou um ônibus limpo, com wi-fi de fácil acesso (só colocar a senha que estava bem visível e voilá), entrada de USB para carregar os celulares em todas as poltronas e um banheiro em perfeito funcionamento.


A viagem teve uma duração de aproximadamente três horas e quarenta e cinco minutos, com três paradas para desembarque de passageiros em cidades pelos caminhos. A primeira foi em Ribeirão Pires, que fiquei bem curiosa para conhecer, a segunda em Suzano e a última em Mogi das Cruzes.


Ao chegarmos em São José dos Campos fomos direto para o Center Vale Shopping, à procura de um lugar para almoçar. Acabamos escolhendo um restaurante da franquia Divino Fogão, que não teve o seu melhor dia e nos serviu uma comida que deixou muito a desejar. Aproveitamos o passeio no shopping para umas comprinhas na lojinha japonesa Daiso, onde adquiri um conjunto de carimbos e tintas e uma boina que não tiro mais da cabeça.




Logo  depois de uma passada rápida no hotel para deixar as coisas, fomos caminhando (passando por uma ladeira que meu sedentarismo não estava esperando) até o Parque Santos Dumont, localizado na rua Eng. Prudente Meireles de Morais na Vila Adyna. O lugar é bem grande e conta com um jardim japonês e vários pequenos parquinhos para as crianças. Quando digo vários parquinhos, são vários mesmo. Pena que a placa dizia que apenas crianças até 12 anos eram permitidas, porque essa criança de 27 anos aqui estava louca para brincar nos balancês e trepa-trepas (descobri o nome desse brinquedo enquanto escrevia esse post, pois quando nova sempre falei aquele troço de se pendurar).

No parque estava tenho uma apresentação de palhaços, então paramos alguns minutos para assistir e depois fomos tomar um sorvete, já que a previsão do tempo estava errada e fazia 30º graus no domingo.

O lugar parece ser uma ótima opção para famílias com crianças para o fim de semana e estava bem movimentado. Lá também tem algumas replicas de aviões e foguetes.




Na saída do Santos Dumont há uma entrada para o Sesc da cidade, então paramos para conhecer o lugar e assistir um pouco de um jogo de vôlei para a terceira idade que estava acontecendo. Infelizmente não ficamos para saber se o time que eu torcia (os visitantes de azul) venceram ou não. 


Ainda caminhando pela rua Eng. Prudente Meireles de Morais, passamos no Parque Vicentina Aranha, um espaço com  mais de 80 mil metros quadrados, muito arborizado, onde além de rolar exposições, é muito visitado por quem quer praticar caminhada e fazer exercícios. Um lugar tranquilo, com árvores frutíferas e água disponível aos visitantes.



Finalizamos nosso passeio no Vale Sul Shopping, um lugar grande o suficiente para que eu tivesse preguiça de voltar até a praça de alimentação (mas voltei, claro!). Gastamos uns trocados no fliperama, resgatando alguns doces como prêmio e depois fomos jantar. Dessa vez decidimos pela comida por quilo Restaurante Dona Jandira e não tivemos arrependimentos. Lá comi um tender ao molho de alguma fruta (acho que era manga) digno de nota.


Depois de um longo dia e exaustos de tanto andar, voltamos para o hotel e dormimos por volta das dez da noite, que é o que dois jovens de seus 20 e tantos anos fazem.

Falando um pouco sobre o hotel. Havíamos reservado esse quarto pela internet no Polo Hotel, um lugar bem simples, mas que serviu bem as nossas necessidades.

Como vocês podem ver o quarto era pequeno, mas essa cama era maravilhosamente confortável. Sobre o banheiro só reclamo do acento da privada, meio desconfortável, mas o chuveiro compensava.



Tomamos o café da manhã por volta das oito da manhã e logo fomos para a rodoviária, já com um clima bem mais frio e com uma leve chuva que nos acompanhou durante todo o caminho de volta à baixada santista, ou pelo menos durante o tempo em que estive acordada no busão, pois ao contrário do caminho de ida, dormi quase o percurso inteiro.


Para finalizar esse post, sou obrigada a retirar meu elogio a Viação Cometa, pois o ônibus que pegamos na volta para São Vicente infelizmente não estava nem perto do nível do anterior. Para utilizar o wi-fi era necessário realizar um cadastro e assistir uma publicidade, mas até aí tudo bem. Os acentos não tinham carregadores e banheiro estava sem água e com a privada entupida.