domingo, 27 de outubro de 2019

Meus filmes biográficos preferidos- parte 1

Acho que já comentei em algum outro post que eu adoro filmes baseados em fatos reais. Eles sempre estimulam a minha curiosidade sobre os assuntos retratados na obra, o que me leva a passar algum tempo pesquisando.

Montei uma lista com os filmes biográficos que eu já assisti (não sei se me lembrei de todos) e dentre os 20, selecionei os meus oito preferidos para indicar para vocês. Dividi a lista em duas postagens de 4 filmes.

A lista está em ordem alfabética, pois entre os 8 selecionados, acho que não consigo decidir quais eu gosto mais.


À Procura da Felicidade




Filme lançado em 2006 e protagonizado por Will Smith que conta a história de Chris Gardner, atualmente empresário Norte-Americano, que enfrenta graves problemas financeiros  que acabam desestruturando sua família.

Chris precisa cuidar de seu filho, muitas vezes tendo que dormir na rua, enquanto persiste no sonho de trabalhar no mercado de ações.

O filme é emocionante e com uma excelente atuação de Will Smith (que já é um ótimo motivo para assistir) e passa a mensagem de que não devemos desistir daquilo que realmente queremos.

Clube de Compra em Dallas


Clube de Compras em Dallas conta a história do eletricista texano Ron Woodroog (interpretado por Matthew McConaughey), que após descobrir ser portador de HIV, inicia uma busca por acesso aos medicamentos, contrabandeando-os do México.

Acho histórias dessa época, quando o HIV surgiu, muito importantes, pois mostram para a nossa geração o que a doença causou na década de 80, não deixando que o assunto caia no esquecimento.

Clube de Compras em Dallas apresenta atuações premiadas, tanto de McConaughey, quanto de Jared Leto.


Estrelas Além do Tempo


Mulheres talentosas interpretando outras mulheres talentosas. Esse é o filme Estrelas Além do Tempo, que conta a história das mulheres negras que lutaram contra a segregação nos Estados Unidos e que precisaram vencer barreiras para ascender e ter seus trabalhos reconhecidos na NASA.

O filme é estrelado por Taraji P. Henson, Dorothy Vaughn, Octavia Spencer e Janelle Monáe.

Homens de Honra


O longa Homens de Honra, lançado em 2001, conta a história de Carl Brashear (Cuba Gooding Jr.), homem negro e de família humilde que sonha em ser mergulhador profissional. Ele precisa enfrentar o racismo dentro do exército e a tirania de seu comandante Billy Sunday (Robert De Niro) para conquistar uma chance de realizar seu sonho.

Esse é o tipo de filme que eu assisto diversas vezes, com uma história de superação emocionante e atuações brilhantes.





domingo, 13 de outubro de 2019

Quase trinta: Lista do que você realmente precisa fazer antes dos 30


Atualmente com 27 anos, mas sempre que perguntam minha idade, já meto logo um “quase trinta”. Acho mais fácil e já expressa um pouco de como eu me sinto: em fase de transição. 

Trinta anos é uma daquelas idades que criam certas expectativas na nossa cabeça, assim como os 18 anos. Para alguns é quase como um marco de: agora eu realmente um adulto. Muitos pensam nas coisas que gostariam de ter realizado antes dessa idade, dessa mudança de fase na vida, e você pode encontrar diversas listas na internet que tratam do tema “O que você precisa fazer antes dos 30” e eu decidi montar a minha listinha também, falando aquilo que você realmente deve fazer. Lá vai:


O que você realmente precisa fazer antes dos 30:



  1. Aquilo que você quiser e puder.

Fim.



Agora talvez você esteja um pouco decepcionado com a minha lista, mas isso é o que eu acredito que você realmente deve fazer antes dos 30: tudo aquilo que você quiser fazer antes dos trinta e teve oportunidade/condições de realizar.

Nessas diversas listas que você pode encontrar na internet vão ter sugestões bem legais, mas também algumas que não condizem com a realidade (e gostos) de todo mundo.

Nem todo mundo quer ou pode viajar sozinha, as vezes nem para cidades próximas, quem dirá "mochilar" pela Europa. E tudo bem!

As listas não estão aí para te obrigar a nada, eu sei. Mas acredito que algumas pessoas podem se sentir intimidadas por elas. É comum nos compararmos com outros e, muitas vezes, isso acaba sendo muito prejudicial.

Cada pessoa tem seus próprios objetivos. Não podemos nos guiar por uma lista ou nos limitar por causa de nossa idade. Você pode se planejar para realizar determinadas metas em um certo tempo, mas se não conseguir realizá-la a tempo e ainda for possível fazê-la depois, sua idade não deveria se tornar um empecilho.

Se planeje para as coisas que você quer fazer, da forma que você puder fazer, sem cobranças desnecessárias e sem se basear em uma lista criada na internet por uma pessoa que tem uma vida e uma consciência muito diferente da sua.


Lembre-se a única coisa que você precisa obrigatoriamente fazer antes de fazer 30 é viver 29 anos, o resto é opcional 😉.

domingo, 22 de setembro de 2019

Assistidos: Byzantium, Mary Shelley, Olhos que condenam,



Nessas últimas semanas assisti poucos, mas bons filmes. Listei os últimos quatro que lembro de ter assistido e gostado.


Byzantium




O filme conta a história de Clara e Ella, duas vampiras que tentam viver as sombras de seus segredos.
Ella se sente sufocada pelas mentiras e pelos traumas do passado, quando ainda era humana. A vampira não aguenta mais se esconder e fugir daquilo que ela mal sabe o que é e começa a se revoltar contra os métodos de Clara.

Byzantium apresenta uma mitologia diferente para os vampiros, com origem e habilidades diferentes das que eu estou acostumada a ver.

Apesar de possuir uma história interessante o ritmo é bem arrastado, se tornando um pouco cansativo. O filme ganha um pouco de "ação", e quando digo ação quero dizer acontecimentos relevantes, lá para o fim.


Mary Shelley



O filme estrelado por Elle Fanning conta a história da escritora inglesa famosa pela criação do clássico Frankesntein.

O longa retrata sua vida e seu processo de escrita, ao lado de seu marido, o poeta Percy Bysshe Shelley. Apesar de alguma imprecisões que sempre ocorrem em cinebiografias, Mary Shelley é um bom filme, que instiga a curiosidade sobre a escritora e sobre outros nomes famosos mencionados na trama.


Olhos que condenam



Pense em uma história triste, que relate uma justiça terrível contra cinco jovens, que foram tratados como monstros e condenados a prisão mesmo sendo inocentes. É exatamente esse o enredo do filme Olhos que condenam, baseado em fatos reais (o que só o torna ainda mais triste).

Ao longo dos 4 episódios dessa minissérie conhecemos a história desses cinco adolescentes negros, que foram acusados de estupro no início dos anos 1980. O caso deles se tornou famoso na época e teve ampla influência da mídia.

A minissérie causa sentimento de profunda revolta do telespectador ao mostrar como esses jovens foram coagidos pela polícia, atreves de métodos condenáveis de interrogatório, a admitirem um crime que não cometeram. 

A minissérie tem boas atuações e, apesar dos sentimentos que causa, vale muito a pena assistir.

Steven Universe: The Movie


Assim como a série animada, Steven Universe: The Movie é recheado de amor e musicas. O filme é inteiro recheado de músicas, então quem não curte musicais pode ficar um pouco irritado, mas acredito que os fãs de Steven já estão acostumados.

Steven acredita que finalmente conseguiu trazer paz para o universo Gem, mas quando ele menos espera, um novo problema relacionado ao passado de sua mãe surge. O enredo segue a mesma linha de toda a série, o jovem Universe precisando corrigir os erros de sua mãe.

Não tenho como dar mais detalhes sem liberar spoilers, pois o filme é bem curtinho e um pouco previsível. Apesar de inovar pouco no enredo, o filme trás algumas boas surpresas e aquele gostinho de quero mais para os fãs da série.


Ps: assistindo esse filme foi impossível não refletir em algumas mancadas que dei com alguns amigos quando eu era criança e que nunca tive oportunidade de me desculpar de fato. 

Confesso que fui uma criança meio mandona e um pouco difícil de lidar. Acho que não chego ao nível do que a Rose fez no filme (pelo menos espero que não), mas meio que já afastei amigos de forma abrupta e rude e só depois de crescer percebi o quanto posso ter os magoado.

Se por um acaso você foi meu/minha amigo/amiga na infância e eu te chateei, saiba que eu sinto muito e aproveito esse post para pedir desculpas publicamente.

domingo, 11 de agosto de 2019

Primeira semana de aula, uma infinidade de coisas para fazer


Na segunda-feira passada minhas aulas retornaram e em apenas uma semana, já estou lotada de trabalhos para fazer e livros para ler.

A cada professor que entrava na sala de aula a lista de leituras crescia e quando a sexta-feira chegou (não tive aula nesse dia) ela já estava mais ou menos assim:

- Prática de Morfossitaxe: como e por que aprender análise (morfo)sintática. SAUTCHUK, Inez.
               *esse no caso é para ler ao longo da vida e não só nesse semestre.
- Primo Basílio. Eça de Queiroz.
- Discurso e Mudança Social. FAIRCLOUH, Norman.
                *esse é para a Iniciação Cientifica.


Em questão de livros de literatura que eu escolho, me considero uma leitora rápida. Já li aproximadamente 1500 páginas em uma semana tranquilamente. Mas se o livro não me agrada, a história é bem outra. Já demorei um ano em um livro de 200 páginas e ainda abandonei a leitura (sim, "Entrevista com o Vampiro", eu estou falando de você). Livros técnicos costumam ser mais arrastados e extensos e se adequam nesse segundo ritmo de leitura.

Além dos livros, tem os trabalhos, que até o momento contabilizam sete, mais dois seminários. também temos as atividades complementares para realizar e as preocupantes horas de estágio, que podem começar a ser cumpridas esse semestre.

Começo de semestre sempre bate aquela ansiedade ao ver a quantidade de coisas que tenho para fazer. A ideia é tentar não surtar, afinal de contas, os outros semestres também foram puxados e acabei dando um jeito de lidar com eles.

Vou precisar me organizar, priorizar algumas leituras, evitar deixar as coisas para última hora e, claro, tirar alguns momentos para descansar.

É muito fácil nos desesperamos ao encarar uma grande lista de afazeres. Eu muitas vezes me pego surtando enquanto tento fazer tudo de uma única vez, o que obviamente não funciona. Quando percebo que estou com três trabalhos diferentes abertos, agenda na mão e caçando um audiobook no celular, eu paro e me dou uma pequena bronca, fecho todas as coisas, sento e tento me organizar. Separo as coisas em pequenas tarefas ao longo da semana, de forma que eles se adequem ao pouco tempo que tenho para fazê-las. Até o momento, está dando certo.

Se você também está começando um semestre de aulas e já está angustiado, eu te entendo, mas vai dar certo. Se planeje, se organize e se precisar, não exite em pedir ajuda dos seus colegas de sala, amigos e da família. Às vezes tentamos fazer tudo sozinhos e acabamos nos enroscando, passando um nervoso desnecessário e gastando mais energia em uma tarefa do que era realmente preciso.

Vou tentar seguir minhas próprias dicas ao longo desses seis meses, pois sei que muitas vezes é fácil falar, difícil é fazer. Espero aproveitar bastante meus estudos e torço para que vocês também aproveitarem.

Boas aulas, pessoal!