sexta-feira, 5 de outubro de 2018

O Príncipe Dragão


A nova animação da Netflix, escrita por Aaron Ehasz (Avatar: A Lenda de Aang) e por Justin Richmond, conta a história de um mundo dividido pela guerra entre seres mágicos e humanos.

Após descobrir o ovo do Príncipe Dragão, que todos acreditam ter sido destruído pelo humanos, os jovens Príncipes Ezran e Callun se aliam a Rayla, uma elfa da lua enviada para mata-los, com o intuito de devolver o ovo ao seu lar e tentar assim reinstaurar a paz entre os reinos.


Apesar de sentir um leve desconforto com a mistura de 3D e 2D na animação, preciso elogiar o visual do desenho e de seus personagens, muito bem feitos e com características bem marcantes. É possível identificar semelhanças visuais e de estilo com Avatar, o que claro, me deixou bem nostálgica.




A história tem um enredo bem simples, tipico de uma narrativa de RPG, onde personagens com habilidades distintas se unem em uma jornada cheia de perigos para cumprir sua missão, mas possui um desenrolar envolvente e personagens muito bem elaborados.

Minha parte preferida da série é a enorme representatividade espalhada por seus personagens, de várias etnias e com características muito distintas, incluindo uma comandante fodona muito habilidosa que é muda e fala através de linguagem de sinais. E claro, preciso falar das ótimas protagonistas femininas de forma geral. Cheias de bom humor, carisma e  poderes, muito distintas umas das outras, com defeitos e qualidades que as tornam muio mais interessantes.


Bons traços, personagens interessantes, história básica, mas feita de forma inclusiva e poucos episódios na primeira temporada, fazem de O Príncipe Dragão uma ótima aposta e uma animação fácil de ser maratonada. Super recomendo!

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

HQ's lidas: Arroz, Contos de Pellanor e Páginas em Branco


Recentemente chegou aqui em casa para o meu noivo Rafael, uma caixa cheia de HQ's enviadas por sua amiga Silvia Nascimento, e claro que eu não poderia ficar apenas olhando :p. Já que atualmente a faculdade e o sono não me deixam ler nada muito longo além de textos técnicos, me apeguei nas leituras rápidas das HQ's para me distrair e trazer um pouquinho de conteúdo para vocês.

Arroz- Ale Presser


A HQ Arroz, da autora Ale Presser, acompanha a história de Melina, uma jovem apaixonada por livros que possui um autoestima baixa e se considera uma pessoa insossa.

Arroz tem bons traços e personagens legais. É bem curtinha e fácil de ser lida em alguns minutos.
Apesar de ter gostado de alguns pensamentos da protagonista, que acredita que as vezes precisamos de pessoas do nosso lado, não só no sentido romântico, acredito que a HQ reforça aquela ideia prejudicial de que precisamos de alguém para nos completar, além de utilizar aquele makeover típico de histórias com garotas fora do padrão para uma transformação de vida.


Contos de Pellanor- Leonardo Maciel


Contos de Pellanor: Asas de Sangue é o primeiro volume de uma série de fantasia do autor Leonardo Maciel.

Os traços da HQ são interessantes e fiquei bem curiosa sobre mais detalhes da protagonista, mas a história se desenvolve com certa pressa, tirando um pouco da surpresa e emoção ao ler.



Páginas em Branco- Paulo Kielwagen


Páginas em Branco é uma HQ de Paulo Kielwagen que especula como era a vida de Branco, um gatinho de rua resgatado com um passado misterioso, como a maioria dos gatinhos nessa situação.

A HQ é bem fofinha e o início da história (como o gatinho foi parar na rua) infelizmente é algo que acontece muito. 
Existe dois fins na história o que me deixou um pouquinho confusa, mas de forma geral a HQ vale super a pena.

domingo, 23 de setembro de 2018

Dia da visibilidade bissexual


Muitas pessoas preconceituosas e/ou desinformadas, acreditam que a bissexualidade não existe, muitos falam que é apenas uma fase ou que individuo bissexual está apenas confuso, tirando a visibilidade dessa orientação. 

O dia 23 de setembro comemora o dia da visibilidade bissexual, para reconhecer e celebrar as pessoas que se enquadram nessa orientação sexual, que atualmente são pouquíssimo representadas nas mídias. Existe preconceito com as pessoas que se assumem bissexuais tanto entre os héteros quanto entre os gays, por isso essa afirmação de existência e a comemoração desse dia são tão importantes, afinal, é possível amar dois gêneros tanto quanto amar apenas um.

Não é por Ser Bi Que Eu...- Canal Põe na Roda





Bissexuais estão Cansados e Cansadas de Ouvir- DR Oficial



sexta-feira, 31 de agosto de 2018

O BEDA falhou?


A resposta é mais ou menos. Quando me propus a participar do BEDA (postagem todos os dias no mês de agosto) eu me garanti que não surtaria para tentar cumpri-lo, que tentaria realizar o desafio, mas que se não desse, estaria tudo bem, então, o fato de eu não ter conseguido, não foi exatamente uma falha, pois já fazia parte do acordo :p

Ao tentar participar do BEDA no mesmo mês que comecei a trabalhar e a fazer faculdade eu imaginava que atrasos e postagens faltantes eram muito prováveis, ainda que eu tivesse deixado algumas previamente programadas.

De qualquer forma, eu consegui trazer um número maior de conteúdo para o blog do que de costume e espero de verdade que vocês tenham gostado e continuem acompanhando meu cantinho, mesmo que esteja tudo um pouco corrido para mim.